terça-feira, 22 de outubro de 2013

Morfologias


Embora saibas onde se encontra,
Comecemos pelo início:
De armazém passaste a montra,
De conhecida passaste a vício.

Que princípios teria eu,
Não fosse eu constante;
Não fosses tu quem sou eu,
Não fossemos nós, ser vibrante.

Escrevo neste papel,
Sobre todo o meu calor;
Sobre a pele cor de mel
Que exalta o teu esplendor.

Não existe banco,
Para a impotência do meu estar;
Diluo no branco mas no branco,
É difícil projectar.

Não quero parecer pouco,
Só talvez louco.
Ao pé de ti, um rouco,
Mas pouco? Tampouco.



Permanece aí, quieta,
Imóvel no teu lugar.
A seta irá directa,
Indiscreta ao despertar.

Sou franco: Quero!
Sou sincero porque nem eu próprio sei…
Só sei que irei,
Realizar o que sei que não sei se dará certo, mas que espero,
Porque até lá, sei que é longo e o trono será como nos sei;
Que se sente a rainha. Só depois, o rei.





Que comece, minha alteza.

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